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title: "Gestão de pessoas na fazenda: como conectar os empregados ao negócio?"
description: Quando o assunto é gestão de pessoas, engajar a equipe está entre os grandes desafios nas fazendas produtoras de leite é sempre um desafio.
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[Blog | FUNDAÇÃO ROGE ](https://www.fundacaoroge.org.br/blog)

# [Gestão de pessoas na fazenda: como conectar os empregados ao negócio?](https://www.fundacaoroge.org.br/blog/gestao-de-pessoas-na-fazenda)

 Written by [Fundação Roge](https://www.fundacaoroge.org.br/blog/author/fundação-roge) | Ter, jan 30, 2018 @ 02:30 PM

<https://www.fundacaoroge.org.br/blog/comoconetarosempregadosaonegocio>****

**Artigo do Prof. Paulo Machado - **[**CLÍNICA DO LEITE**](https://www.milkpoint.com.br/colunas/clinica-do-leite/como-conectar-os-empregados-ao-negocio-206263/)

Quando o assunto é gestão de pessoas, engajar a equipe está entre os grandes desafios nas fazendas produtoras de leite - e também na maior parte dos negócios, em todos os setores. Talvez esse desafio esteja relacionado ao próprio entendimento do conceito e a sua aplicação prática. Afinal o que significa ter na equipe uma pessoa engajada?

Ao contrário do que alguns gestores acreditam, a aparente satisfação de um funcionário nem sempre é sinal de engajamento. Identificar pessoas realmente engajadas exige muito mais do que contabilizar elogios e reclamações, por exemplo. É preciso estar atento a outros aspectos, que passam por questões pessoais e profissionais, e também a indicadores capazes de demonstrar o nível de comprometimento das pessoas com o desempenho do negócio. Desânimo constante, atrasos ou faltas recorrentes, ausência em reuniões, pouca contribuição para melhorias e passividade, entre outros, são sintomas de profissionais desengajados.

O desafio, então, está em criar condições para evitar que isso aconteça na fazenda. Nesse sentido, um dos pilares do Sistema MDA, modelo de [gestão](https://www.fundacaoroge.org.br/blog/gestao-de-fazendas-de-leite-entendimento-do-negocio) desenvolvido pela Clínica do Leite, é estar junto às pessoas que fazem parte do negócio - “comer no mesmo prato”, como costumamos reforçar. Os sintomas só serão percebidos pelo gestor se sua rotina envolver a presença na fazenda e uma relação mais estreita com os funcionários. É essencial acompanhar o cotidiano do negócio, perambulando pelos ambientes de trabalho, ouvindo as pessoas, verificando anomalias e possíveis melhorias nos ambientes e processos. Outro mecanismo importante para essa aproximação são as reuniões semanais, nas quais se verifica, junto à equipe, o andamento das tarefas e as ações programadas para os próximos dias.

Todas essas práticas reforçam a conexão, uma das três condições que entendemos, no [Sistema MDA](https://www.fundacaoroge.org.br/blog/forma%C3%A7%C3%A3o-gerencial-na-academia-do-leite), como fundamentais ao engajamento - as outras são a participação e a criação. A conexão permite que o empregado compreenda o quão importante é, para o sucesso do negócio, o trabalho que ele executa no dia a dia. Somente quando essa compreensão existe, as pessoas se conectam ao propósito da fazenda e trabalham orientadas ao resultado. Como consequência, o empregado passa a contribuir cada vez mais para a melhoria do desempenho da fazenda, participando e criando.

E se o engajamento não acontece? O que fazer quando um funcionário demonstra falta de conexão com o negócio? Nesse caso, o primeiro passo é assegurar que o gestor fez sua parte, criando todas as condições necessárias para que a pessoa atuasse de forma adequada, com clareza sobre os resultados esperados de seu trabalho. Se isso não foi feito, a desconexão é resultado de um sistema de gestão falho, e não do comportamento do empregado. Agora, se todas as condições foram criadas e ainda assim não houve engajamento, é hora de uma conversa franca e transparente com o funcionário, para entender melhor os motivos de sua postura.

Essa conversa é ponto de partida para analisar se ainda é possível reverter a situação do empregado. Se a resposta for negativa, o desligamento é o caminho natural, benéfico para o negócio e, na maioria das vezes, também para a pessoa. Abre-se espaço para ela buscar novas oportunidades e a fazenda integrar à equipe um profissional novo, animado com o trabalho e com maior potencial de engajamento. Mas não esqueça: o desempenho do time depende completamente do líder. Se você fizer a sua parte, fica mais fácil virar o jogo. Bom trabalho!

 

**** Este artigo foi originalmente publicado pela Clínica do Leite, no site da Milkpoint***

 

A motivação do funcionário é um fator decisivo no processo de engajamento com o negócio.

 

 

 

 

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