Répteis e anfíbios, embora façam parte do mesmo grupo (herpetofauna), exigem metodologias distintas em seus estudos. Devido aos hábitos dos anfíbios anuros de emitirem sons próximos a corpos d’água durante a noite, os estudos desse grupo em particular são concentrados no período noturno e em locais específicos. Já para os répteis, que são de visualização mais difícil, faz-se necessário maior esforço de procura diurna.
Para ambos os grupos, os inventários podem ser complementados com a utilização de armadilhas de interceptação e queda (pitfall). Em programas de monitoramento, os anfíbios representam boas ferramentas para análises ambientais, pois alterações influenciam diretamente nas populações de anuros, seja qualitativamente ou quantitativamente. Em ações de resgate, os répteis são os animais que mais necessitam de cuidados, pela relativa dificuldade de deslocamento natural.